sexta-feira, 26 de agosto de 2016

ADCAP E SEGUROS DO BRASIL



 


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Direção Nacional da ADCAP.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Nas ruas, agências sucateadas. Na Vila
Olímpica, o sonho de todo cliente

FENTECT
22 de Agosto de 2016
Em meio à ameaça de fechar 2 mil postos de atendimento, demitir ou não pagar os funcionários (as), a ECT investe em locais temporários, mas a nível de medalha de ouro

Já é de conhecimento público que os Correios são patrocinadores e operadores logísticos oficiais dos Jogos Olímpicos Rio 2016. E, incoerente à gestão do dia a dia, a empresa abriu três agências temporárias para atender a demanda postal dos participantes dos jogos. Segundo o vice-presidente de Logística dos Correios, José Furian Filho, a agilidade, a segurança e a estrutura são alguns dos diferenciais das agências temporárias, também o oposto à realidade das agências espalhadas pelo Brasil.

Falta de segurança, péssimas condições de trabalho, possibilidade de fechamento de mais de 2 mil postos de atendimento às comunidades, ameaça de corte de pagamento dos empregados (as), esses, sim, são os diferenciais que os (as) trabalhadores (as) encaram todos os dias. A única empresa a alcançar mais de cinco mil municípios brasileiros com serviços postais e bancários parece mais preocupada em manter o currículo de patrocinadora a atender os próprios trabalhadores (as) e clientes, que a mantêm de pé.

Somente em um estado brasileiro, no Ceará, as reclamações no Procon - órgão de defesa do consumidor - aumentaram 566% entre o primeiro semestre de 2015 ao primeiro deste ano. A multa por descumprimento, caso a ECT não regularize as entregas em até 20 dias, conforme decisão do órgão de fiscalização, a partir deste mês, pode chegar a R$ 11 milhões. Enquanto isso, os Correios investem os mais de R$ 300 milhões em patrocínios, apenas com os eventos esportivos.

Segundo informações da própria ETC, em uma semana foi vendido nas agências olímpicas mais do que o esperado, algo em torno de R$ 50 mil de receita. Enquanto isso, a empresa alega déficit bilionário na hora de pagar os ecetistas. A ameaça permanece e o próprio presidente dos Correios, Guilherme Campos, falou em reajuste zero para o Acordo Coletivo 2016/17.


Em época de Campanha Salarial, os (as) trabalhadores (as) vão lutar por um aumento justo e honesto, já que são os verdadeiros atletas da empresa e trabalham de sol a sol para manter o patrimônio brasileiro com serviços de qualidade e respeito a todos. Além disso, os empregados (as) dos Correios vão resistir por condições melhores de trabalho e uma empresa 100% pública e de qualidade, na contramão das privatizações incentivas pelo governo federal.
Aumento das compras pela internet pressiona redes de logística


Miséria
21/08/2016

O aumento das compras pela internet intensificou a pressão sobre as redes de logística, obrigadas a se adaptar a uma operação mais complexa, tanto no Brasil quanto no exterior.

O prazo médio de entrega das encomendas no Brasil, porém, subiu 35% entre 2013 e 2015, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). A política de frete grátis também foi revista pelas empresas, passando de 56% para 42% no período, de acordo com levantamento da Ebit/Buscapé.

As lojas virtuais culpam principalmente os Correios pelos resultados. "A qualidade do serviço tem piorado muito nos últimos anos. Os Correios não acompanharam o crescimento do setor", diz Maurício Salvador, presidente da ABComm.

Em crise, a estatal teve prejuízo de R$ 2,1 bilhões no ano passado. O presidente interino, Michel Temer, estuda compartilhar a gestão de algumas áreas da empresa com a iniciativa privada. Um dos focos é a parte de logística.

Embora a estatal ainda domine o mercado, sua participação vem caindo: se, em 2013, 93% das lojas virtuais usavam a empresa, em 2015, este número caiu para 87,5%.

De olho no aumento das compras on-line e no espaço aberto pela estatal, surgem novas transportadoras privadas e outras aumentam sua participação. O movimento intensifica a pulverização do mercado, com grande número de empresas regionais.

A Dafiti, uma das maiores lojas virtuais do Brasil, conta com 20 transportadoras para fazer entregas, o que reduz a dependência dos Correios, diz Thibaud Lecuyer, sócio e fundador da companhia.

Para ele, a estatal possui um "diamante nas mãos", que é sua abrangência nacional, mas precisa "lapidá-lo."

A gigante americana FedEx, com atuação em mais de 220 países, aumentou sua presença no Brasil neste ano com a aquisição da rival TNT.

O plano da empresa é aumentar sua participação no comércio eletrônico doméstico e internacional, afirma Juan Cento, presidente da divisão América Latina da FedEx Express.
O segmento é a principal aposta da estratégia global da empresa, que tem como termômetro o mercado norte-americano, onde o comércio eletrônico é mais forte.

Em Memphis, onde fica um dos principais centros de operação da companhia no mundo, o aeroporto é praticamente fechado de madrugada para processar e enviar os pacotes para destinos domésticos e internacionais.

"Há oito anos, o recorde de entregas em um dia era de 10 milhões de pacotes. No ano passado, tivemos três dias que superaram os 25 milhões", diz Patrick Fitzgerald, vice-presidente de marketing e comunicação da FedEx. 


Fonte: Folha de S. Paulo
Crescem as mobilizações dos trabalhadores
(as) dos Correios em todo o País

FENTECT
20 de Agosto de 2016

Trabalhadores (as) participam de atos contra privatização e por nenhum direito a menos
O início da Campanha Salarial 2016/17 foi marcado por lutas da categoria dos Correios por todo o Brasil. "Contra a reestruturação e a favor de uma empresa 100% pública e de qualidade", este é o principal lema da categoria. Além disso, pautas como melhoria na segurança, condições de trabalho e por nenhum direito a menos também fizeram parte das ações.


No Rio de Janeiro as mobilizações começaram no dia 4 de agosto. A sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) recebeu o Ato Nacional de Lançamento do Comitê Permanente Contra a Privatização dos Correios. Já no dia 5 de agosto, foi realizado Ato Público Nacional em frente ao Copacabana Palace. A data não poderia passar em branco para os (as) trabalhadores (as), já que era abertura das Olimpíadas.
Funcionários dos Correios encerram greve
após retorno de vigilantes

G1
19/08/2016

Os funcionários dos Correios que estavam em greve há oito dias encerraram a paralisação nesta sexta-feira (19). De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos no Estado do Tocantins, o movimento terminou depois que a empresa garantiu o retorno dos vigilantes armados para as agências de Itaporã do Tocantins, Muricilândia, Piraquê e Goiatins.

O Tocantins tem 140 agências dos Correios, destas, 32 têm seguranças armados. O sindicato informou ainda, que a empresa se comprometeu a apresentar um estudo relacionado à viabilidade de implantação do sistema de rastreamento e câmeras nos veículos, a partir de 2017.


Em nota, os Correios do Tocantins informaram que a greve teve a adesão de apenas 5% dos empregados. As agências estão abertas e os serviços estão disponíveis. As entregas de encomendas e correspondências foram restabelecidas totalmente.
Correios registram mais de 2600 itens 
perdidos na Olimpíada do Rio

Extra
18/08/16 

BRASÍLIA - Itens esquecidos nas arenas esportivas nos Jogos Rio 2016 como documentos, celulares, chaves, carteiras e casacos estão disponíveis nas agências do Rio de Janeiro e das cidades onde ocorreram as partidas de futebol - Manaus, Brasília, Salvador, Belo Horizonte e São Paulo. Segundo os Correios, até o momento são mais de 2600 objetos para serem retirados. 

Para saber se um documento ou objeto perdido foi encontrado nessas cidades, é possível realizar consulta pelo telefone do call center 3004-2016 (válido para todas as capitais). A consulta evita idas desnecessárias às agências e reduz o tempo de espera para retirada do item.

Após a localização dos objetos, eles podem ser enviados a uma agência escolhida pelo cliente, onde o titular poderá ser identificado e o documento entregue. Segundo os Correios, o serviço de remessa será cobrado antecipadamente.

Os Correios informam que os passaportes e documentos estrangeiros serão encaminhados ao Centro Integrado de Comando e Controle (CICCr) da cidade onde foram localizados. As prefeituras ficarão responsáveis pelo contato com o consulado ou embaixada do país de origem desses documentos.


Os documentos e objetos permanecerão sob a guarda dos Correios até 30 dias após o encerramento dos Jogos Paralímpicos, depois serão devolvidos aos órgãos emissores. Já os objetos serão enviados ao comitê organizador dos jogos.