sexta-feira, 21 de julho de 2017



PRESIDENTE DA CPI DOS FUNDOS DE

PENSÃO RECEBE DIRIGENTE DA ADCAP




Deputado Federal Efraim Filho (DEM-PB) e o Dirigente da
ADCAP Nacional, Mauricio Lorenzo


Estivemos recentemente com o Deputado Federal Efraim Filho (DEM-PB), que teve destacada atuação como Presidente da CPI dos Fundos de Pensão na Câmara dos Deputados. Levamos a ele a preocupação dos participantes e assistidos do Postalis com a Plano BD Saldado, em virtude das notícias de que haverá um novo plano de desligamento incentivado, além de um plano de demissão motivada de empregados dos Correios, o que poderia levar à concessão de benefícios muito além do limite previsto pelo Instituto, ocasionando problemas de liquidez e a consequente dificuldade do Postalis em assegurar o pagamento dos seus compromissos.

O Deputado Efraim Filho, como sempre, comprometeu-se em auxiliar os participantes de assistidos do Postalis, buscando uma solução para o problema junto às diversas instâncias do Governo.

Em estudo realizado pela empresa Mercer Gama, com os parâmetros fornecidos pelos Correios, para análise dos possíveis impactos causados no plano BD pelo Plano de Desligamento Incentivado (PDI), identificou-se como limite o desligamento de 6.796 participantes do Plano BD Saldado, o que levaria a um índice de liquidez de R$ 1,10.

Conforme o referido estudo, “o Índice de Liquidez é uma estimativa da capacidade do Postalis em honrar os seus compromissos. Atualmente, o índice aponta que o Postalis poderia dispor de R$ 1,30 para pagar cada R$ 1,00, caso a rentabilidade dos ativos seja igual a da performance estimada. Com a implantação do PDI, nos moldes estimados pelos Correios (6.796 empregados), essa disponibilidade será de R$ 1,10 para cada R$ 1,00”.

Assim, no intuito de assegurar a liquidez do plano BD Saldado, atuaremos em outras frentes, administrativas e judiciais.

É assim que trabalhamos! Compare os currículos e escolha o melhor candidato.

PARA CONSELHO FISCAL – VOTE CHAPA 30
(MAURICIO LORENZO E FÁBIO CONDE)

Apoiamos:

PARA CONSELHO DELIBERATIVO – CHAPA 33 – EDGARD
E CHAPA 34 - HEYDER



quinta-feira, 20 de julho de 2017

Valério relatou financiamentos para Aécio e desvios de contratos dos Correios para PT e PMDB

O Globo
20/07/2017 

Depois de ter sua proposta de delação rejeitada pelo Ministério Público Estadual de Minas Gerais (MP-MG), o operador do mensalão Marcos Valério Fernandes fechou um acordo de colaboração premiada com a Polícia Federal (PF). Por citar políticos com foro privilegiado, o acordo aguarda a homologação do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi antecipada na quarta-feira pelo site do GLOBO.

O delator relatou bastidores de operação para retirar da CPMI dos Correios, em 2005, documentos sobre a relação do Banco Rural com tucanos em Minas, tema que já é alvo de inquérito no STF, motivado por delação do ex-senador Delcídio Amaral. A operação teria contado com a participação dos então subrelatores da CPMI Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Eduardo Paes (à época no PSDB-RJ). Integrantes do Banco Rural teriam escondido documentos no Uruguai.

RELAÇÃO COM AÉCIO DESDE OS ANOS 1990
Em seu acordo, que está sob sigilo, Valério fala também sobre o uso de mecanismos de desvio para PT e PMDB em contratos dos Correios no governo Lula, e de publicidade estatal no governo Aécio Neves em Minas Gerais (2003-2005). Relata também detalhes do que afirma ser o caixa paralelo montado por suas agências de publicidade para operar desvios durante o governo Fernando Henrique Cardoso (1994-2002), em contratos do Banco do Brasil, da Fundacentro e da Eletrobras.

Segundo o delator, valores desviados de contrato dos Correios na gestão petista eram acertados com o então ministro de Comunicações Hélio Costa e o diretor comercial da estatal, Carlos Fioravante. Então chefe da Casa Civil, José Dirceu seria beneficiário de uma mesada de R$ 50 mil.

No acordo, Valério sustenta que suas agências de publicidade participaram do financiamento ilegal da atividade política de Aécio desde os anos 90. Afirma que o tucano recebia 2% do faturamento bruto dos contratos do Banco do Brasil no governo FH, valores que seriam pagos por meio de Paulo Vasconcelos, citado como representante de Aécio junto à empresa.

Valério também sustenta que parte dos recursos desviados da campanha pela reeleição de Eduardo Azeredo (PSDB-MG), em 1998 — no processo que ficou conhecido como mensalão mineiro — abasteceu caixa 2 da campanha de Aécio a deputado federal.

DEPOIMENTOS LEVADOS AO STF
Os depoimentos de Valério à PF foram gravados e levados ao STF com documentação que supostamente provaria suas alegações. A primeira versão tinha 60 anexos e foi entregue em fevereiro deste ano à Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de BH. Na época, o órgão informou não haver interesse em aceitar a delação. Na negociação com a PF, Valério apresentou detalhes sobre desvios operados sob sua influência, ampliando os temas da delação inicial.

O operador cumpria pena de 37 anos de prisão pela ação do mensalão na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG), e foi transferido na segunda-feira para a Associação de Proteção e Assistência a Condenados (Apac), em Sete Lagoas (MG), a pedido da PF. A transferência para a unidade — que propõe atendimento humanizado de presos e tem vagas limitadas — era solicitada desde o ano passado por seus advogados, mas não havia vagas.

O juiz de Contagem Wagner de Oliveira Cavalieri autorizou a transferência e destacou que Valério é “possuidor de inúmeras informações de interesse da Justiça e da sociedade brasileiras”, motivo pelo qual seria “inegável o interesse público em suas declarações sobre fatos ilícitos diversos que envolvem a República”. Segundo ele, “em que pese a existência de formalidades e fila para a transferência de presos para o sistema Apac (...) o interesse público se sobrepõe aos interesses individuais”.

OUTRO LADO
A assessoria de Aécio informou que o senador “jamais participou de qualquer ato ilícito praticado por Valério” e negou que ele tivesse financiado o tucano por meio das agências. Segundo a nota, “é preciso que acusações feitas por delatores sejam sustentadas por provas verdadeiras, sob o risco de servirem, unicamente, para que réus confessos obtenham a impunidade penal”. Advogado de Aécio, Alberto Toron classificou as acusações como “falsas e absurdas” e disse que Aécio interrompeu os contratos com as agências quando o escândalo do mensalão estourou.

Ex-diretor dos Correios, Carlos Fioravanti informou não ter tratado de contratos de marketing. Hélio Costa não foi localizado. O advogado de Dirceu, Roberto Podval, negou os pagamentos e disse que “a credibilidade deste delator é absolutamente vazia”. Eduardo Paes e Carlos Sampaio negaram ter participado de operação para esconder documentos. Segundo Paes, Valério é um “delinquente e safado que conta histórias que ‘ouviu dizer’”. Em viagem à Europa, Fernando Henrique não foi localizado para comentar.

https://oglobo.globo.com/brasil/valerio-relatou-financiamentos-para-aecio-desvios-de-contratos-dos-correios-para-pt-pmdb-21609644
ANP avalia cassar autorização de usina suspeita de adulterar combustível

FOLHA ON-LINE
20/7/17

Nicola Pamplona Investimento questionado por empregados da Petrobras e dos Correios, a usina Canabrava pode se tornar mais um mico nas mãos dos fundos de pensão das duas estatais, a Petros e a Postalis. Relatório da ANP (Agência Nacional do Petróleo) vê indícios de que a empresa de açúcar e álcool foi responsável pelo derrame de etanol adulterado em postos do Rio no fim de 2016 e pede avaliação sobre a possibilidade de cassar a autorização para operar.

A agência diz que o processo ainda está em curso e que prevê "ampla defesa e contraditório". Caso a agência decida pela cassação da usina, localizada em Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, terá de fechar as portas. Desde 2008, Petros e Postalis colocaram R$ 450 milhões na Canabrava, via Fundo de Investimentos em Participação (FIP) Bioenergia e compra de dívidas.

Agora, tentam recuperar o dinheiro, em meio a denúncias de irregularidades nas operações da empresa.

O relatório da ANP ao qual a Folha teve acesso investiga a apreensão, em novembro de 2016, de 19 milhões de litros de etanol adulterado com metanol, produto altamente tóxico usado na fabricação de tintas e biocombustíveis.

O teor máximo de metanol no etanol permitido pela lei é 0,5%, mas foram encontradas amostras com até 14,3%. O caso levou a polícia do Rio a pedir o indiciamento de executivos das três maiores distribuidoras de combustíveis do país, BR, Shell e Ipiranga.
A fiscalização da ANP diz que o único fornecedor em comum às três distribuidoras à época da fraude foi a Canabrava e que as amostras de combustível adulterado foram encontrados só em caminhões com produtos da empresa.

A crise gerada pela apreensão do combustível levou os fundos a intervir na companhia. Em janeiro, o banco Brasil Plural assumiu a gestão, com a missão de tentar limpar a casa e preparar a Canabrava para a venda.

"Desde então, estão sendo realizadas diligências e auditorias na usina. Caso sejam detectadas irregularidades, serão tomadas as medidas cabíveis para buscar a responsabilização e proteger o patrimônio dos participantes", disse a Petros, que colocou R$ 134,2 milhões no negócio.

Em seu relatório de 2016, o fundo reduz o valor do investimento no FIP Bioenergia de R$ 163,9 milhões para R$ 139,5 milhões, em razão do provisionamento de debêntures emitidas pela companhia.

"O novo gestor tem tomado as providências necessárias para o pleno funcionamento da usina, com o objetivo de se recuperar o investimento", afirmou a Postalis, que investiu R$ 344 milhões. A Canabrava não se pronunciou. O Brasil Plural não quis comentar o assunto. As distribuidoras dizem que são vítimas no caso. BR e Ipiranga afirmaram que "confiam nas autoridades" e que estão colaborando com as investigações. A Raízen, que opera com a marca Shell, diz que o episódio é "uma grande fraude industrial com o objetivo de desestabilizar toda a distribuição de etanol no Rio".


Entrega Interativa dos Correios já rastreou 76 milhões de encomendas com tecnologia de SMS Zenvia

PORTAL NACIONAL DE SEGUROS
19/7/17 


Em breve, novidades serão adicionadas, como a troca de endereço após o envio e o uso de AR digital, reforçando ainda mais a liderança da Zenvia em serviços corporativos de mobilidade e a expertise dos Correios.

Pâmela Lee Há dois anos, os Correios oferecem gratuitamente a seus clientes a possibilidade de acompanhar, por SMS, o andamento das entregas. A ferramenta de interatividade postal chamada Entrega Interativa usa tecnologia da Zenvia - companhia brasileira que viabiliza a comunicação entre empresas e consumidores por meio de seus dispositivos móveis - para que as mensagens alcancem os usuários do serviço com segurança e eficiência, além de minimizar o volume de entregas malsucedidas e devoluções. Desde a implementação, em janeiro de 2015, mais de 76 milhões de envios foram rastreados via SMS. Devido aos bons resultados, a parceria tem novas etapas definidas para a evolução do serviço.

A funcionalidade é válida tanto para os itens postados no Brasil quanto no exterior, desde que o celular cadastrado seja nacional. Segundo Eugenio Montenegro, vice-presidente Corporativo dos Correios, com a parceria da Zenvia, o serviço trouxe uma melhora de qualidade significativa, além de praticamente a totalidade de clientes aderirem ao serviço quando o mesmo é oferecido pelo atendente. “Foi verificada uma percepção de maior qualidade do serviço pelos clientes que usam a interatividade. Agora estamos realizando análises para verificar o aumento da efetividade das entregas a partir do envio de mensagens SMS aos destinatários”, constata.

Para utilizar o serviço, o interessado pode cadastrar o número de celular em três momentos: durante a prépostagem para remetentes integrados via SIGEP Web (sistema que prepara e gerencia as postagens de clientes dos Correios) ou pelo SARA XML (sistema que administra as encomendas enviadas aos Correios); durante a postagem na agência (remetentes); ou na página de rastreamento dos Correios (www.correios.com.br/rastreamento), mesmo depois da postagem (remetentes ou destinatários). Para tornar o serviço ainda mais abrangente e eficaz aos clientes, os Correios já estão desenvolvendo com a Zenvia a substituição do AR (Aviso de Recebimento) convencional, ou impresso, pelo eletrônico, facilitando a consulta de qualquer aparelho e em qualquer lugar. O piloto já foi executado e a previsão é de que o novo formato de AR entre em funcionamento já em 2017, pelo menos no atendimento ao varejo. "Nosso objetivo é sempre oferecer as melhores soluções para simplificar os processos de interação entre empresas e seus clientes de forma rápida, eficiente e inteligente, com benefícios para todos", observa a gerente Comercial da Zenvia, Silvana Razeira.

Em um futuro próximo, numa evolução da parceria entre as duas empresas o serviço trará ainda mais possibilidades de interação para remetentes e destinatários. Será possível, por exemplo, alterar o endereço de entrega, durante o percurso, pelo simples e rápido envio de SMS com a tecnologia Zenvia. “A Entrega Interativa é uma ferramenta importantíssima e deverá ser utilizada por muito tempo no futuro, sendo aprimorada dia a dia”, completa Montenegro. Sobre os Correios Os Correios tiveram sua origem no Brasil em 25 de janeiro de 1663 e, desde então, vêm se modernizando, criando e disponibilizando serviços de qualidade que correspondam às expectativas dos seus clientes. A empresa realiza importante função de integração e tem como missão conectar pessoas, instituições e negócios por meio de soluções postais e logísticas acessíveis, confiáveis e competitivas. Responsável pelo transporte de mais de 7 bilhões de objetos por ano, os Correios oferecem soluções, com tecnologia de ponta, para atender às necessidades de comunicação das empresas e instituições em um mercado cada vez mais competitivo, tendo como principais diferenciais a capilaridade e a presença nacional. Nos últimos anos, a empresa diversificou seu campo de atuação e passou a adotar ferramentas de gestão mais modernas e eficientes. Neste ano (2017), os Correios passam por um processo de reestruturação, saindo de um modelo de unidades de negócios e passando para um modelo funcional, aproveitando as sinergias entre as áreas e diminuindo custos, melhorando, assim, a prestação dos serviços à sociedade brasileira.

Sobre a Zenvia
A Zenvia é líder brasileira em serviços corporativos de mobilidade. Fundada em 2003, permite engajar pessoas com empresas e conteúdos, por meio de soluções de comunicação, publicidade e distribuição de conteúdos em dispositivos móveis. Com empreendedorismo e inovação em seu DNA, a Zenvia oferece soluções para mais de 5.000 empresas no Brasil com serviços em parceria com operadoras e empresas. No final de 2014, recebeu aporte da BNDESPAR e Oria para impulsionar sua estratégia de expansão e consolidação no mercado de mobilidade. Como parte desta estratégia, recentemente adquiriu a área de Serviço de Valor Agregado (VAS) da Spring Mobile Solutions.


http://www.segs.com.br/demais/73631-entrega-interativa-dos-correios-ja-rastreou-76-milhoes-de-encomendas-com-tecnologia-de-sms-zenvia.html
Correios afirmam que e-Sedex pode voltar em “outro modelo”

INFOMONEY
19/7/17

 

A afirmação foi feita pelo presidente da empresa, Guilherme Campos em nota à imprensa SÃO PAULO – Os Correios afirmaram que o serviço do e-Sedex, que foi descontinuado no mês passado, pode retornar “em outro modelo”. A afirmação foi feita pelo presidente da empresa, Guilherme Campos, em nota à imprensa publicada no portal E-commerce Brasil.

Campos explicou que os “Correios sabem da força da marca e-SEDEX, mas entendem que não há como prestar um serviço premium cobrando preço de serviço econômico” e que devido a isso “há estudos em andamento para reformulação do serviço, com atributos que o diferenciem tanto do PAC quanto do SEDEX”. Os Correios estavam disputando na justiça desde dezembro de 2016 o encerramento do e-Sedex. Mas, como o serviço era uma das opções fundamentais para os negócios digitais de diversas varejistas, uma liminar o manteve para quem já o havia contratado. E, então, em 19 de junho os Correios encerraram o serviço para todos os usuários e varejistas do país.

A assessoria armou que estudos estão em andamento na área de marketing da empresa, para entender qual a melhor forma de atender às varejistas e suas exigências “com foco em entregas rápidas de compras realizadas pela web”. Ainda não foi divulgado como vai funcionar exatamente essa reformulação.

Campos ressaltou que essa decisão de finalizar o serviço não teve a ver com a situação financeira da empresa. “Ela é o resultado de muitos estudos estratégicos que deram origem à Política Comercial dos Correios, uma abordagem que incorpora conceitos mercadológicos ao relacionamento dos Correios com seus clientes”


http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/consumo/noticia/6808218/correios-afirmam-que-sedex-pode-voltar-outro-modelo

quarta-feira, 19 de julho de 2017

ADCAP realiza Assembleia Geral Extraordinária e Reunião do Conselho
 


No último dia 15/07/17, em Brasília, com a presença dos presidentes e representantes dos Núcleos Regionais e associados, foi realizada mais uma Assembleia Geral Extraordinária da ADCAP onde foram tratados assuntos de amplo  interesse dos nossos associados. O foco da AGE foi a apresentação das principais ações judiciais conduzidas pelo Escritório Cézar Brito e Reis Figueiredo. Esteve presente, na oportunidade, a Dra. Karoline Ferreira, representando o citado escritório. Em breve divulgaremos, para conhecimento dos associados, síntese desse trabalho.

Seguindo a agenda do dia, iniciou-se a Reunião do Conselho Nacional da ADCAP, cujos temas abordados foram: atual situação da Postal Saúde e encaminhamentos da ADCAP sobre o assunto, Eleição Postalis 2017, Demissão Motivada, novo sistema de arrecadação das mensalidades de associados ativos e aposentados.

Os Núcleos Regionais tiveram, além de nivelar informações,  a oportunidade de esclarecer dúvidas, apresentar sugestões e proposições para a melhoria contínua dos trabalhos desenvolvidos pela ADCAP.




terça-feira, 18 de julho de 2017

Correios expande serviço de consulta a CPF/CNPJ nas agências

Portal 730
18 Julho 2017

Os clientes dos Correios já podem, desde o dia 7 deste mês, realizar consultas a CPF/CNPJ também nas agências franqueadas da empresa. Com a expansão, o serviço, que antes era oferecido apenas nas agências próprias, agora está disponível em todas as 290 unidades de atendimento em Goiás e em 7.426 em todo o país.

Outra novidade, é que agora, na consulta a CPF, além das informações relativas a dívidas, cheques sem fundo, protestos e ações judiciais, também será informada a pontuação do cliente, denominada “SERASA SCORE”.Tudo isso, sem custos adicionais. 

O “SERASA SCORE” tem como objetivo auxiliar o processo de tomada de decisão sobre concessão de crédito e realização de negócios. A pontuação vai de 0 a 1000 e indica a chance de determinado perfil de consumidor pagar as suas contas em dia nos próximos 12 meses.

A pontuação é dinâmica e calculada no momento da consulta, considerando as informações disponíveis na base de dados do Serasa. De posse dessa informação, o cliente poderá buscar formas de melhorar a sua pontuação, aumentando as chances de obtenção de crédito no mercado.


Para realizar uma consulta a CPF e CNPJ nos Correios, o interessado deve procurar qualquer agência portando um documento nacional de identificação, com foto e CPF. A verificação do próprio CPF, a fim de identificar a existência de dívidas, pode ser feita por R$10,00. Também é possível checar a situação do CPF de alguém com quem se queira fazer negócios, por meio do serviço “Você Consulta Pessoas”, que custa R$16,90. Já o “Você Consulta Empresas”, permite verificar a situação do CNPJ de uma empresa a fim de realizar um negócio, ao custo de R$18,90.